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Notícias
Montana Realiza SIPAT
Mais uma vez, a semana de realização da Semana Interna de prevenção de Acidentes – SIPAT, vem provar a competência, e o valor de toda a equipe desta grande empresa. Os objetivos desta concentração da equipe é uma maior conscientização de seus colaboradores na questão da segurança do trabalho.
Motoristas ganham festa em homenagem ao dia da categoria
Débora Moraes/Jornal e Uberaba
Comemorado hoje, 25/07, o Dia do Motorista tem festa especial para o padroeiro da categoria, São Cristóvão, que significa "aquele que carrega Cristo". Este era o nome de um gigante que queria servir ao mais poderoso de todos os homens. De início, serviu a Satanás, mas quando soube que o mais poderoso era Jesus, converteu-se e foi viver na margem de um rio.
Lá, carregava pessoas de uma margem a outra. Certo dia, ao carregar um menino, sentiu que a criança ficava cada vez mais pesada. Então, disse que parecia carregar o mundo nas costas. O menino respondeu dizendo: "Não carregas o mundo, e sim seu criador. Sou Jesus, aquele a quem serves". Como o trabalho de Cristóvão era transportar os viajantes através dos rios, tornou-se padroeiro dos viajantes. Em épocas mais recentes, encontrou uma nova popularidade como padroeiro dos motoristas.
Paulo Tosta, 45 anos, é motorista de caminhão há 23. Tem dois filhos e conta que não viu nenhum dos dois crescer. "A família nunca se acostuma com a distância ou o tempo longe de casa, mas é preciso trabalhar", explicou o carreteiro.
Segundo ele, a falta de opções o levou a continuar nesse caminho, mas conta que o filho mais de 21 anos já pensa em seguir a mesma profissão "e acha que vai ganhar liberdade, mas a realidade é bem diferente".
De acordo com o patrão de Paulo, Sebastião Gusmão, "a profissão deve ser mais do que valorizada principalmente pela tamanha responsabilidade de cada um".
Mas segundo ele, muitas indústrias não dão a esses prestadores de serviços, o devido valor e respeito. "Eles passam dias fora de casa e muitas vezes são maltratados e tratados sem a mínima consideração", acrescentou o empresário. Ele ressaltou também que não somente a responsabilidade desses profissionais, mas a coragem deve ser lembrada, pois enfrentar perigos nas estradas não é para qualquer pessoa.
Outro exemplo é o carreteiro, Sebastião Belizário Mendes, 43 anos e motorista há 15. Casado há três anos, o motorista explica que ainda quer ter filhos, e se tiver outra opção, vai deixar a profissão. "Já fiquei dois meses fora de casa, e minha esposa não gostou nem um pouco. Quando eu tiver filhos, quero ter tempo para eles e cuidar da minha família", acrescentou Sebastião.
Taxistas - O dia 25 de julho é o dia do motorista. E como não homenagear os taxistas? A classe faz parte dos motoristas que têm contato com pessoas o dia todo. O vai e vêm das ruas, o tráfego intenso de pessoas que brigam pelo lugar mesmo que seja para pagar mais que um ônibus. Assim como os outros motoristas, de todas as outras categorias, os taxistas também comemoram hoje o seu dia.
Comemoração - Para festejar o dia do carreteiro, o Serviço Nacional do Transporte e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest-Senat) preparou para hoje a Festa de São Cristóvão.
O dia será comemorado com programação estendida para toda a comunidade. Na programação, que começará no Posto Prodoeste, está prevista realização de atividades locais das 9h às 16h com sorteio de Prêmios. Após as atividades, os Sindicatos levarão as imagens de São Cristóvão até o local do evento. Em seguida, haverá homenagem aos motoristas com entrega de troféus.
De acordo com Saul Vieira Filho, diretor do Sest/Senat, "serão homenageados 22 motoristas que foram indicados pelas empresas aos sindicatos".
Segundo ele, receberão troféus os motoristas que tiveram melhor desempenho e destaque em prestação de serviços. Após a entrega dos troféus, haverá Missa Campal e benção aos motoristas às 18h, celebrada pelo Padre Manoel Messias.
Após a missa, haverá carreata saindo do Posto Prodoeste com destino à sede do Sest/Senat, com Quermesse e em seguida, show musical com artistas locais além de sorteio de prêmios e brindes. O evento será aberto à comunidade, com entrada franca.
Fonte: Jornal de Uberaba
Requisitos para o transporte florestal
Cadastro:
Para a efetivação do cadastro no Sema é necessário a apresentação de todos os documentos exigidos, porém o Ibama não libera a certidão negativa até que sejam entregues todas as ATPF’s que estão em uso nas empresas. Para que o IBAMA libere essa certidão, as empresas além de terem que apresentar todas as ATPF’s não devem ter nenhum outro tipo de pendência em qualquer departamento do órgão.
Regularização das florestas junto ao SEMA
O SEMA-Secretaria de Estado do Meio Ambiente, atualmente é o órgão responsável pelo controle da madeira no Estado do Mato Grosso. O programa possibilita o controle total dos planos de manejo, onde o computador acusará em tempo real a extração da madeira no momento que ela for derrubada da floresta. O sistema é inteiramente eletrônico. Após preencher o cadastro para o madeireiro, o SEMA será informado de todo o estoque e qualquer negociação a ser feita com a madeira.
Carvão
O Brasil é um dos países maiores produtores de carvão vegetal e lenha do mundo. Os quais são usados altamente em grande escala na produção de energia.
O carvão vegetal, além de ser usado na indústria siderúrgica participa como substituto do óleo combustível nas caldeiras e nos fornos de combustão da indústria de cimento e de materiais primários.
Transporte de celulose ganha agilidade no ES
O Espírito Santo, por meio da Secretaria da Fazenda, e o Governo do Estado da Bahia assinaram um protocolo com o objetivo de simplificar, agilizar e diminuir efetivamente os custos operacionais de transporte, emissão e registro de documentos fiscais nas operações e prestações com madeira de eucalipto, celulose e papel realizadas pelas empresas industriais desse ramo de atividade. Os procedimentos estabelecidos pelo acordo beneficiarão diretamente as exportações realizadas pela Aracruz Celulose e as empresas Suzano Bahia Sul Papel e Celulose e a Veracel Celulose S/A, as duas situadas na Bahia.
Lei torna a identificação da madeira obrigatória no transporte interestadual
Depois das duas mensagens da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) que tratam da Política Florestal e do Código Ambiental, o governo enviou e a Assembléia Legislativa está discutindo a adoção de novas regras para a Emissão de Certificado de Madeira no Estado. O transporte interestadual de madeiras extraídas no território mato-grossense será permitido mediante apresentação do Certificado de Identificação de Madeira (CIM) das espécies transportadas, a ser emitido pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso – INDEA/MT.
Exportador busca saídas contra o real valorizado
Projeção de dólar baixo também em 2006 leva empresas a criar estratégias para reduzir custos. O câmbio desfavorável ao setor produtivo exportador está levando algumas empresas a desenvolver "estratégias de sobrevivência" para manter pelo menos parte do mercado externo conquistado.
Com um real que acumula valorização de 17,09% no ano sobre o dólar, e com perspectivas de se manter em baixa, apesar da reação registrada nos últimos dias – ontem a moeda norte-americana fechou a R$ 2,260 –, o mercado financeiro espera uma relação de R$ 2,22/US$ na virada do ano e leve alta para o final de 2006, a R$ 2,43/US$, segundo recente relatório do Banco Central.
Setor madeireiro projeta crescimento para 2006
A indústria de madeira processada mecanicamente - painéis de compensado, portas, molduras, pisos, madeira serrada, entre outros - está otimista para 2006. Apesar dos problemas enfrentados pelo setor este ano, principalmente, com a valorização do Real frente ao Dólar, os empresários acreditam em uma ação mais agressiva do Governo Federal para a redução da taxa de juros.
"Essa é uma medida necessária para que o câmbio reaja e a indústria brasileira volte a ser competitiva no mercado internacional", defende o presidente da Abimci - Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente, Luiz Carlos Reis de Toledo Barros. Segundo estudo da CNI - Confederação Nacional da Indústria divulgado na semana passada, a perda dos exportadores com a valorização do real frente ao dólar alcançou 48% nos últimos três anos.
As exportações do setor este ano devem terminar empatadas com as de 2004, que somaram pouco mais de US$ 3 bilhões. De janeiro a outubro deste ano, foram exportados US$ 2,5 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano passado, US$ 2,4 bilhões. O presidente da Abimci esclarece que a sustentação desses valores se deve, principalmente, ao compensado de pinus, já que os painéis de madeira tropical sofreram grande queda nas exportações com a concorrência da China, considerada desleal por empresários de iversos países.
Segundo números apresentados há dois meses durante evento promovido pela ITTO - International Tropical Timber Organization e pela FAO - Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, em Pequim, na China, seriam mais de 2.500 fábricas de compensados instaladas nesse país com produção estimada em 25 milhões de m³, dos quais 4,0 milhões são exportados anualmente.
A matéria-prima utilizada é proveniente de plantações da região nordeste do país e parte importada da Rússia, Indonésia, Malásia e de países africanos. De acordo com a ITTO, a China importa anualmente 18 milhões de m³ de toras. Representantes da Indonésia e da Malásia presentes no encontro fizeram questão de salientar que o diferencial competitivo dos chineses estaria relacionado ao câmbio muito desvalorizado, à falta de necessidade por parte das indústrias chinesas do pagamento dos financiamentos adquiridos juntos aos bancos oficiais e da importação e do contrabando de toras ilegais.
Para o presidente da Abimci, outra mudança imprescindível para alavancar um novo ciclo de crescimento do setor é no valor cobrado pela tora. No caso da matéria-prima pinus, o ideal seria reduzir dos atuais R$ 90 para R$ 70 o metro stereo cúbico da tora de laminação colocada na fábrica. "Os fornecedores precisam se adaptar à realidade do câmbio", alerta Barros.
Pós-Katrina
Passado o momento de euforia com um aumento imediato do preço do compensado de pinus exportado para os Estados Unidos, devido aos estragos causados pela temporada de furacões que atingiu a região sul daquele país, os preços voltaram a cair. De acordo com a Abimci, os ganhos iniciais já foram perdidos. A redução chega a 35%. Hoje o compensado de pinus está cotado a US$ 208,15 o metro cúbico, mas chegou, entre setembro e outubro, a US$ 316 o metro cúbico. "Depois da forte especulação gerada pela incerteza dos danos causados às indústrias norte-americanas de compensado, os produtores brasileiros enfrentam agora uma redução dos preços", afirma Barros. Entretanto, ele acredita que deva haver uma nova reação dos preços nos próximos seis meses, quando a reconstrução das áreas atingidas iniciarem.
Fonte: Interact Comunicação Empresarial
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